sexta-feira, 18 de março de 2011

Sempre gostei de viver sozinha.

Não gosto de bagunça, não gosto de companhia, a solidão sempre me serviu muito bem. Nunca me incomodei em ficar sozinha no meio de casais, nem de não ter alguém de vez em quando pra segurar minha mão. Sempre gostei de ser independente.
Mas do nada me veio dando uma inveja do segurar das mãos, dos beijos, dos abraços. Dos carinhos, da intimidade, da simples sensação de saber que se tem alguém...
Não vou mentir, já tentei amar. Tentei tanto que acabei com um coração mais retardado que o normal.  De qualquer jeito desisti.
Sempre senti algo errado no segurar das mãos, nos abraços, naquela segurança que me passam no calor dos seus abraços.
Porque os amores vão e vem e no final nada sobra, além da dor que eles deixam quando dizem adeus.
Já sei que escolho demais.
É pouco amor, é amor demais, é um andar engraçado, um sorriso sem graça nenhuma, e no final... acabo sozinha.
Nas noites quentes de verão não tem ninguém pra dividir o ventilador e o pote de sorvete de madrugada. Assisto aos filmes e compartilho com o espelho todas as minhas visões de crítica amadora. Danço sozinha ao som das músicas que foram feitas pra dois. Não tenho uma mão pra segurar, um beijo pra sentir, um abraço pra acalmar, um ombro pra chorar...  Fui feita assim. Só, eu. Sozinha. Só eu.
Posso até reclamar, mas acho que a solidão é a única que sabe me acompanhar direito.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Pointless nostalgic.

Não gosto de apresentaçãos por motivos óbvios e fúteis, por isso não vou me ater a nada que me comprometa em um futuro próximo. Eu estou em constante transformação e mudança e acho que não devia contar nada sobre mim quando isso pode mudar em um ano, um mês, alguns segundos...
De qualquer jeito, aí vão as coisas imutáveis:  libriana, cética, baixinha.
Não tenho a pretensão de querer saber mais do que isso sobre mim.
Nascida em 28 de setembro de 1994, deve ser a pessoa mais azarada e atrapalhada que existe, tem dois pés esquerdos, e ambos são igualmente descoordenados, gosta mais de livros do que de pessoas, adora girassóis e anéis de coco, esquecida de um jeito quase problemático, gosta de música e poesia, uma orgulhosa nerd, uma visionária, tem alguns (muitos) parafusos a menos e ama de pizza de brócolis com alho frito.

Prazer, Luísa.